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FONTE: http://registro.br/estatisticas.html

Projeto de lei cria 13 novos crimes e endurece penas. Proposta precisa ser votada na Câmara.
O Senado aprovou nesta quarta-feira o projeto que propõe novas formas de enquadramento para os crimes cibernéticos, como os cometidos na internet. O texto cria 13 novos crimes e endurece a pena de outros já existentes. A pena média para os crimes vai de um a três anos de reclusão. O projeto, relatado pelo senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), retorna para a Câmara por ter sofrido alterações no Senado.
O ponto mais polêmico do projeto diz respeito à identificação e armazenamento de dados de internautas pelos provedores. O parecer original de Azeredo determinava que os provedores seriam obrigados a armazenar por três anos todos os seus dados para fins de investigação policial futura, além da obrigação de fiscalizar o uso e denunciar crimes para a autoridade competente. Diante das acusações de criação de um sistema de controle da internet, Azeredo aceitou flexibilizar as regras.
O texto aprovado prevê que será necessário armazenar, por três anos, apenas os dados sobre a origem, hora e data da conexão. O repasse para as autoridades policiais será feito somente com decisão judicial. Os provedores não são mais obrigados a fiscalizar, mas têm que repassar denúncias que receberem sobre conteúdos publicados.
A proposta também torna crime a disseminação de vírus, e há a tipificação de crimes, como estelionato eletrônico por meio do “roubo de senhas”, que acontecem, por exemplo, com o envio de e-mails solicitando dados. A divulgação ou uso indevido de informações e dados pessoais também passa a ser crime. A pena para os crimes, em sua maioria, vai de um a três anos de prisão.
O projeto avança também no combate à pedofilia. Pelo texto, além de produzir e divulgar material com pedofilia, será crime o armazenamento destas imagens em computadores.
Para Azeredo, o texto que sai do Senado cria um ambiente seguro na internet. “O projeto busca criar um ambiente seguro na internet, a qual 40 milhões de brasileiros tem acesso. Não se cria nenhuma tarefa nova para o usuário, mas apenas penalidade para quem realiza crimes”.

Foram mais de 30 anos à frente da maior empresa de software do mundo. Criador de um império de cerca de 50 bilhões de dólares e 78 000 funcionários em 105 países, Bill Gates deixa o dia-a-dia da Microsoft nesta sexta-feira (27/06), seguindo os planos de aposentadoria que anunciou em junho de 2006. Gates, como se sabe, vai se dedicar à Fundação Bill & Melinda Gates, criada há oito anos para atuar em projetos filantrópicos nas áreas de saúde e educação.
O executivo, porém, permanece como presidente do conselho da empresa e continua envolvido em projetos definidos pelo CEO, Steve Ballmer, e pelo time gerencial da Microsoft. A transição começou há dois anos e foi considerada tranqüila. ´Ele foi, sem dúvida, um dos homens mais influentes da segunda metade do século 20`, diz Laura Didio, analista-sênior e líder de pesquisas do Yankee Group.
Leia ainda….

The meaning of Bill Gates
As his reign at Microsoft comes to an end, so does the era he dominated
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Existem questionamentos que se tornam eternas interrogações quando vistos de diferentes pontos, como a questão da razão entre o gosto do cliente e a razão profissional.
Um exemplo fácil dessa polêmica foi uma situação vivida por mim, vejam:
“Entrei para almoçar em um restaurante conhecido de comidas naturais. Escolhi no balcão dois tipos de salada. Desejei comer quente uma delas que tinha atum e batata. Quando pedi delicadamente que fosse esquentado, para minha surpresa a chef responsável veio até mim e disse que não dava para esquentar por se tratar de uma salada. Eu insisti dizendo que em outras ocasiões que eu havia estado lá, tinha comido salada, também pedi para que fosse esquentada e havia sido atendida . Ela disse que sentia muito e firmou mais ainda a sua posição profissional dizendo que de jeito nenhum ela iria esquentar uma salada que deve ser comida fria.
Confesso que sai do balcão para a mesa furiosa, acabei comendo toda a comida que por sinal mesmo fria estava deliciosa.
Agora vejamos os dois pontos a considerar:
1) Do ponto de vista de cliente – eu tinha a minha razão. Eu teria que ser atendida, afinal cliente tem sempre razão não é mesmo? Logo se eu quisesse que ela torrasse a salada e quisesse comer só cinzas ela teria que atender, afinal eu estava pagando.
2) Do ponto de vista da profissional – ela tinha razão porque a salada levava iogurte como ela mesma argumentou, e uma aquecida naquele prato iria estragar todo o trabalho. Ao que eu, como cliente, naquela hora não queria nem saber, ao me sentir contrariada em um serviço ao que eu estava pagando.
Depois de algum tempo, passada a chateação, parei para refletir na semelhança de situação que enfrentamos quando um cliente fica impaciente por querer que suas exigências sejam atendidas mesmo indo contra todo um projeto estudado por nós para atendê-lo da melhor forma possível. Na dificuldade de argumentação para expor todo o trabalho desenvolvido para que ele alcance sua meta, e ele se mostra irredutível.
Como convencê-lo? Como explicar que o design e os serviços apresentados no site dele serão melhores para que ele obtenha todo o resultado esperado.O que fazer nessa hora?Quem deverá vencer pela razão: o que cliente que está pagando ou o profissional persistente em defender seu trabalho?E você, como profissional ou como cliente o que faria? Eis a questão….de ponto de vista…

Quando Steve Jobs subiu ao palco para apresentar o novo iPhone, na semana passada, em São Francisco, esperavam-se melhorias empolgantes no aparelho. E elas vieram – na forma, por exemplo, de uma conexão mais veloz à internet. Inesperada era a exposição de uma nova filosofia de negócios, cujo impacto vai além da venda de um produto. Os mandamentos criados por Jobs estão inscritos nesta reportagem.
1. O dobro por metade do preço. Baixar uma página da internet por meio do novo iPhone, que opera na rede 3G, ficou duas vezes mais rápido. Ao mesmo tempo, a Apple cortou pela metade o preço do celular. O modelo com memória de 8 gigabytes sairá por 199 dólares. Antes, custava 399 dólares. Jobs comprometeu-se a manter o mesmo valor em todos os países onde o iPhone for lançado. Segundo ele, o “índice Big Mac” (que costuma ser usado na comparação do custo de vida dos países) deverá em breve ser substituído pelo “índice iPhone”.
2. O caro sai barato. Para não repassar os custos da excelência tecnológica ao consumidor, a Apple firmou um novo acordo de parceria com a AT&T nos Estados Unidos. A empresa de Jobs vai deixar de receber um porcentual das contas mensais pagas pelos usuários. Em contrapartida, a telefônica americana concordou em subsidiar o celular para o consumidor – daí a redução de preço. O subsídio vai repetir-se em outros países, inclusive no Brasil.
3. O mercado é o mundo. Em 2007, a Apple anunciou que o iPhone somente seria comercializado nos Estados Unidos, em parte da Europa e, talvez, na Ásia. O plano mudou. Saltou de seis para setenta o número de países onde o iPhone será vendido até o fim deste ano. Na semana passada, as operadoras Vivo e Claro confirmaram que, antes do Natal, o telefone chegará oficialmente ao Brasil, onde já é um sucesso. Algumas estimativas apontam a existência de 300 000 iPhones em operação no país.
4. Falar é o de menos. Todas as novidades do iPhone 3G têm como objetivo explorar ao máximo sua principal vocação: facilitar o trabalho de navegação pela internet. O iPhone já havia dado um salto à frente com sua tela ampla e sensível ao toque, que simplifica e torna natural o manuseio do conteúdo da web. Na semana passada, Jobs apresentou uma série de aplicativos para a internet desenvolvidos especialmente para o iPhone 3G – e cujo uso seria impraticável num equipamento convencional.
5. O mundo conspira a seu favor. Enquanto Steve Jobs dorme, 250 000 pessoas estão bolando maneiras de criar programas para o iPhone. Esse não é o número de funcionários da Apple, mas sim o total de programadores independentes que hoje se dedicam a desenvolver softwares para o celular, como games ou serviços de localização por mapas. O negócio é tão promissor que a empresa anunciou que deve inaugurar, em 11 de julho, a AppStore, uma loja virtual (que não se confunde com o iTunes) especializada em programas específicos para o iPhone.
6. Os parceiros têm de lucrar. A facilidade de navegação pela internet faz com que os donos de iPhone usem um maior número de serviços na web. Por conseqüência, eles pagam mais para as operadoras de telefonia. A Telefonica, que vende o celular da Apple no Reino Unido, constatou que a receita mensal obtida com quem tem um iPhone pode ser 30% superior à dos usuários de outros celulares. Efeito idêntico foi registrado pela AT&T, que oferece o telefone com exclusividade nos Estados Unidos. Para completar, a empresa está ganhando novos clientes. Quatro em cada dez compradores do iPhone são novos assinantes da companhia.
7. Mire grande, mesmo começando pequeno. Atualmente, metade dos americanos que utilizam um smartphone no trabalho recorre ao BlackBerry. No entanto, desde que o iPhone foi lançado, 13% dos consumidores trocaram o BlackBerry pelo modelo da Apple. Mais ainda: 40% dos usuários de smartphones já migraram para o iPhone. Jobs não quer se contentar com menos do que atingir a primazia nesse setor. O modelo lançado na semana passada permite a sincronização de serviços de e-mail com a agenda eletrônica e os contatos telefônicos – uma função essencial para executivos.
8. Revolucione. O maior sucesso em vendagens na história dos celulares é o Motorola Razr. Desde seu lançamento, em 2004, foram vendidos 140 milhões de unidades do aparelho. Até o momento, as vendas do iPhone somam 6 milhões. O sucesso do Razr deveu-se ao seu design ultrafino. Mas ele não trouxe funções diferentes daquelas de um celular comum. O iPhone foi muito além. Como disse o colunista de tecnologia do jornal The New York Times, David Pogue, hoje há no mercado três plataformas de acesso à internet: a Windows, a Apple e a do iPhone, que não se compara a nada que já existe.
9. A internet é o computador. Em sua pré-história, a internet não era mais que um meio de facilitar a comunicação entre acadêmicos. Logo evoluiu para tornar-se um gigantesco banco de informações. Agora, é capaz de substituir funções do computador pessoal, como memória e capacidade de processamento. Muitos programas rodam na internet, nas chamadas “nuvens de computação” (clouds). Quando dados estão numa nuvem, é possível consultá-los de qualquer aparelho em qualquer lugar. O iPhone explora, como nenhum outro celular, essa possibilidade. A Apple conta com um serviço de armazenamento de dados na web específico para usuários do iPhone – o MobileMe.
10. Minha língua é sua língua. Quase tudo que se faz no iPhone é intuitivo. Sua tela ampla e sensível ao toque simplifica e torna natural o acesso às informações guardadas no telefone e também a navegação na internet. Ao contrário do que ocorre com a maioria dos smartphones, que não têm mais que dois ou três de seus recursos explorados pelos usuários, no caso do iPhone 80% das pessoas usam mais de dez de suas funções. Seguindo essa mesma lógica, o novo modelo do aparelho exibe todos os seus comandos na língua do usuário e é capaz inclusive de trabalhar com ideogramas chineses. Se não for possível digitar um texto em chinês no teclado, basta desenhar os caracteres na tela.
Veja-Rio
Você já parou para pensar no que faz você decidir por contratar serviços de alguém ou de alguma empresa?
Inúmeras são as explicações que poderemos nos dar a respeito do assunto, partindo do ponto de vista como contratantes, mas resumidamente poderíamos classificar por ordem as mais freqüentes e suas respectivas impressões:
a) Confiança – em um mercado tão cheio de picaretas profissionais você precisa identificar as suas necessidades à explanação dos serviços oferecidos. Tem que existir no meio da conversa aquela palavra-chave que só o bom profissional tem para lhe transmitir, ele irá falar exatamente os passos com que irá conduzir sua questão, as ferramentas que irá usar durante o desenvolvimento e ainda a prévia expectativa dos resultados quando da finalização do trabalho.
b) Preço – esse é um fator muito intrigante na hora da negociação, pois os que oferecem um preço muito baixo executam o trabalho de acordo com que ele é pago. Quer reclamar?? Para quem?? Quem irá refazer o que já foi feito a custo zero? Resposta: O mesmo profissional a quem você, todo feliz por conta do baixo custo, entregou seu projeto e fez dele esse desastre.
Já no casos dos preços muito altos, você pode pensar que está pagando um grande valor por causas que lhe parecem justas em virtude da empresa que oferece ter um nome no mercado internacional, ter quinhentas filiais e inúmeros empregados. Resumindo: você se conforma em estar pagando um luxo e o nome da empresa, jura que status cobre prejuízos… Mas e o seu projeto?? Não se iluda, a maioria das filiais adquiridas hoje em dia geralmente são frutos aproveitamento de uma fase do mercado e utilizam mão-de-obra transitória (free lancer) e de pouca experiência (estagiários). É bom lembrar que quantidade nem sempre é qualidade.
Pense em um preço que seja justo pelo serviço, observe a qualidade com que é feito e tome base nos serviços já prestados a outras empresas.
c) Aparência – nesse quesito entram a aparência física das instalações e a aparência física dos prestadores do serviço.
Quando se fecha uma contratação apenas levando em conta a aparência podemos correr o risco do “putz…que fora”, ou do “putz… que sorte”. É assim que irá se definir o final do produto da sua contratação. Nunca terá uma base sólida aonde você poderá depositar suas expectativas.
d) Bom papo – é muito comum se escutar certos ditados como : “tem um papo de derrubar avião” ou “com esse papo vende até casa pegando fogo”. Mas não é bem por ai que a pessoa boa de lábia irá fazer você decidir, todo cuidado é pouco para o tipo falante, ou o tipo bem carinhoso e galanteador, ou ainda o que faz qualquer coisa só para agradar. O ideal é ficar atento ao papo, que se tornará bom a medida em que o explanador colocar suas idéias com conhecimento pleno sobre o produto final, der dicas de como expandir para melhorias e principalmente passar a segurança de que juntos terão um projeto satisfatório.
Pense nisso!!
Ninguém gosta de perder cliente.
Vamos combinar que isso é um dos fatores que nos deixa pra lá de “down”, por mais cri-cri que ele seja.
E por falar em clientes, tem um dia que a gente pára pra pensar na quantidade de pessoas e personalidades diferentes que encontramos dia-a-dia durante nosso trabalho de oferecer serviços e produtos. Cada um tem seu tipo bastante diferenciado, e para cada um deles os passos que deveremos dar até a conversa estar completa são bem específicos.
Vejamos por exemplo no nosso caso como vendedores de prestação de serviços de internet, os tipos mais comuns são:
- o cliente inteligente – é aquele que sabe tudo, que chega com uma conversa que parece ter decorado as mais recentes revistas de informática das bancas, ultra-informatizado, não existe um só quesito que fuja da observação sempre bem colocada, detalhe: usando corretamente os termos empregados por profissionais.
Como agir: Para esse, o melhor é estar sempre atento as mudanças, estar a par de todos os mais novos lançamentos do mercado em termos de máquinas e técnicas atuais utilizadas como ferramenta pelos profissionais da área. E como Internet nunca pára de inovar, todo cuidado é pouco para nunca ficar de fora da conversa nem perder o cliente por falta de conhecimento.
- o cliente leigo – é aquele que se auto-define como completamente por fora da internet, só sabe que existe computador porque tem um enfeitando a sala da casa mas que é do filho ou do irmão e ele passa quilômetros de distância. Mas quer um site!!
Como agir: Nesse caso, toda a experiência e paciência se tornam fundamentais para que a conversa deslanche de um forma que ele não vá sair correndo porta afora, ou peça uma Neosaldina para continuar a escutar você. A grande sacada é saber como vai se colocar um site na cabeça de quem desconhece informática, e o pior…não gosta, mesmo não tendo sequer conhecido.
- o cliente confuso – já chega falando pelos cotovelos misturando frango e farofa com oferenda de encruzilhada…ou seja…nada haver. Não contente em misturar tudo ainda tenta forçar a barra ao insistir que está correto, e que, por exemplo: provedor de internet é o mesmo que provedor de hospedagem, e que se ele não receber email no gmail da casa dele, a culpa será nossa e por ai vai…
Como agir: Tentar provar o correto para ele sem afrontá-lo e com muita calma, até convencê-lo como tudo funciona. Vai funcionar…por pouco tempo, até a próxima confusão.
- o cliente “sem noção” – o cara é completamente perturbado, ele acaba deixando você mais louco do que ele, parece que tomou uma xícara quente de chá de cogumelo laranja. Diz que quer um site com milhões de coisas, vários serviços do tipo que você só vê em Matrix, o filme, serviços super secretos onde quer superar a concorrência com algo nunca visto. E que nem imagina como pode ser feito, e que tem que ser fenomenal como todas as coisas que são dele. Ah! Só tem uma coisa que ele fala só no finalzinho da looooonga conversa: “é que nesse momento ele não tem grana para o investimento…”
Como agir: Fala sério…sem comentários…Engula a seco, finja que entendeu tudo, dê um sorriso, e fala que vai mandar o orçamento.
- cliente especial – é o tipo que chega, coloca claramente o que quer, fala das suas vontades, aceita sugestões e está sempre aberto para novas conquistas. É um estímulo aos nossos neurônios criativos, e traz além da inspiração um prazer enorme em realizar serviços que vão agradar e trazer sucesso.
Como agir: Para esses clientes toda dedicação é pouca! São indispensáveis a qualquer portfolio e sempre bem vindos nem que seja para um bom papo.
Ocorre que no final, cliente é sempre cliente, e para trabalhar com eles você saberá que todos os dias serão de eterno aprendizado, fortalecendo assim sua prática de paciência, argumentação, criatividade e bom senso!!
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A finalidade deste blog é levar conhecimento das últimas informações sobre tecnologia aplicada a sistemas, sites, e-mail marketing, etc tornando-se mais uma importante ferramenta de ajuda para manter sempre atual os serviços prestados aos nossos clientes.