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Você já parou para pensar no que faz você decidir por contratar serviços de alguém ou de alguma empresa?
Inúmeras são as explicações que poderemos nos dar a respeito do assunto, partindo do ponto de vista como contratantes, mas resumidamente poderíamos classificar por ordem as mais freqüentes e suas respectivas impressões:
a) Confiança – em um mercado tão cheio de picaretas profissionais você precisa identificar as suas necessidades à explanação dos serviços oferecidos. Tem que existir no meio da conversa aquela palavra-chave que só o bom profissional tem para lhe transmitir, ele irá falar exatamente os passos com que irá conduzir sua questão, as ferramentas que irá usar durante o desenvolvimento e ainda a prévia expectativa dos resultados quando da finalização do trabalho.
b) Preço – esse é um fator muito intrigante na hora da negociação, pois os que oferecem um preço muito baixo executam o trabalho de acordo com que ele é pago. Quer reclamar?? Para quem?? Quem irá refazer o que já foi feito a custo zero? Resposta: O mesmo profissional a quem você, todo feliz por conta do baixo custo, entregou seu projeto e fez dele esse desastre.
Já no casos dos preços muito altos, você pode pensar que está pagando um grande valor por causas que lhe parecem justas em virtude da empresa que oferece ter um nome no mercado internacional, ter quinhentas filiais e inúmeros empregados. Resumindo: você se conforma em estar pagando um luxo e o nome da empresa, jura que status cobre prejuízos… Mas e o seu projeto?? Não se iluda, a maioria das filiais adquiridas hoje em dia geralmente são frutos aproveitamento de uma fase do mercado e utilizam mão-de-obra transitória (free lancer) e de pouca experiência (estagiários). É bom lembrar que quantidade nem sempre é qualidade.
Pense em um preço que seja justo pelo serviço, observe a qualidade com que é feito e tome base nos serviços já prestados a outras empresas.
c) Aparência – nesse quesito entram a aparência física das instalações e a aparência física dos prestadores do serviço.
Quando se fecha uma contratação apenas levando em conta a aparência podemos correr o risco do “putz…que fora”, ou do “putz… que sorte”. É assim que irá se definir o final do produto da sua contratação. Nunca terá uma base sólida aonde você poderá depositar suas expectativas.
d) Bom papo – é muito comum se escutar certos ditados como : “tem um papo de derrubar avião” ou “com esse papo vende até casa pegando fogo”. Mas não é bem por ai que a pessoa boa de lábia irá fazer você decidir, todo cuidado é pouco para o tipo falante, ou o tipo bem carinhoso e galanteador, ou ainda o que faz qualquer coisa só para agradar. O ideal é ficar atento ao papo, que se tornará bom a medida em que o explanador colocar suas idéias com conhecimento pleno sobre o produto final, der dicas de como expandir para melhorias e principalmente passar a segurança de que juntos terão um projeto satisfatório.
Pense nisso!!
A finalidade deste blog é levar conhecimento das últimas informações sobre tecnologia aplicada a sistemas, sites, e-mail marketing, etc tornando-se mais uma importante ferramenta de ajuda para manter sempre atual os serviços prestados aos nossos clientes.
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